Hospital São Luiz São Caetano

​​​A Rede D’Or São Luiz no município de São Caetano do Sul, presta atendimento como hospital geral, maternidade, pronto atendimento adulto, pediátrico e obstétrico, UTI adulta e neonatal.

O primeiro hospital da marca que está fora da capital paulista, contém 9 salas de cirurgia com equipamentos de ponta, três centros obstétricos, centro cardiológico com hemodinâmica completa para realização de intervenções cirúrgicas, e um moderno centro de diagnósticos, além de 298 leitos. O Hospital tem como base padrões internacionais de qualidade de serviços à saúde da população.

Desde que a unidade do Hospital São Luiz em São Caetano foi inaugurada, em junho de 2017, a Microblau atua como parceira, contribuindo com a automação do Sistema de Ar Condicionado de áreas críticas, como centros cirúrgicos, leitos de isolamento, salas de exames e de atendimento. Com a plataforma de gestão preditiva Oxyn G5, garantimos excelência no controle e monitoramento do sistema.

Foi percebido logo de início que o gasto com energia do hospital era muito alto, então o primeiro desafio foi encontrar uma maneira de diminuir o custo de energia e de manutenção, deixando o sistema de ar condicionado o mais estável possível, principalmente, a CAG, Central de Água Gelada.

Era preciso encontrar uma forma de diminuir o gasto de energia do hospital, fazendo com que a temperatura dos ambientes não fosse comprometida. Era necessário entender a infraestrutura do prédio para saber o quanto cada área estava realmente utilizando do Ar Condicionado, e definir o ponto ideal de trabalho.

Deveríamos buscar a melhor forma de operar o sistema, levando em conta que qualquer alteração, impactaria no funcionamento dos equipamentos do ar condicionado e principalmente, da CAG. Além disso, havia a preocupação de todo o sistema seguir as normas de temperaturas hospitalares.

Alcançada a eficiência energética, a segunda etapa da Microblau, era conseguir manter o gasto menor com energia no momento em que cresceria a taxa de ocupação do hospital, e quando os dias ficassem mais quentes.

Para se ter a temperatura ideal e ao mesmo tempo obter ganho energético, a Microblau analisou como cada equipamento estava funcionando e ajustou o set point de trabalho (referência para colocar e manter determinado valor de temperatura) de acordo com a necessidade de cada ambiente.

Também foram realizadas alterações do set point de trabalho da água gelada e na forma de operação da CAG, desta forma utilizando menos equipamentos do sistema para atender a mesma carga térmica (calor gerado internamente pelo prédio).

Março de 2018 foi o mês mais quente desde a inauguração do hospital, e junto ao calor externo, cresceu 19,73% a taxa de ocupação do prédio em relação ao mês de janeiro, o que aumentou a carga térmica do local. Assim, foram adotadas outras estratégias.

A principal alteração ocorreu nas atualizações de softwares em mais de 40 equipamentos. Foram regularizados com base em 3 horários: Normal, Ponta e Noturno.

Utilizando os set points de Ponta e Noturno, foi possível subir levemente as temperaturas dentro de horários no final da tarde e noite, e dentro das normas estabelecidas relacionados a cada ambiente, o que influenciou diretamente a diminuição do consumo de energia da CAG.

Foram analisadas algumas áreas como cozinha, consultórios e ambientes de conforto como recepção, e 23 equipamentos que ficavam 24 horas ligados sem necessidade, foram reajustados para serem desligados em horários pré-definidos, o que contribuiu com um menor gasto de energia.

Alterando os set points dos equipamentos e portanto, economizando água gelada distribuída pela CAG, só em fevereiro de 2018, o hospital teve redução de gasto com energia de R$ 12 mil. Mesmo com a alta temperatura externa e aumento da ocupação do hospital, houve em março, redução de R$ 6 mil.

No mês de abril com as ações de set point de Ponta e Noturno novamente obteve-se R$ 12 mil de economia; isso com uma taxa de ocupação ainda mais elevada, de 31,26% em relação a janeiro.

Em consequência da eficiência energética, a CAG utiliza menos alguns equipamentos, o que resulta na redução de tempo de trabalho de compressores e bombas, por exemplo. Esses, ficando menos tempo ligados, faz com que se evite desgastes e permite que a manutenção seja mais espaçada. Há um aumento da vida útil dos equipamentos.

O dinheiro que seria gasto com energia, agora pode ser investido na manutenção e melhorias do hospital.

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