CHN é responsável por mais de 60% dos transplantes de medula óssea no Rio de Janeiro

O contínuo investimento do Complexo Hospitalar de Niterói, em tecnologias médicas no setor de TMO, faz com que a instituição seja referência no procedimento. Com 26 leitos, plantonistas médicos 24 horas e equipe de enfermagem especializada há mais de 10 anos na área, o hospital lidera o ranking das unidades privadas que mais realizam o transplante no território carioca.

Segundo a ABTO, Associação Brasileira de Transplantes de Medula Óssea, em 2017 houve um aumento de 40% da realização de transplantes de medula óssea no Rio de Janeiro, que estão relacionados tanto com o tratamento de leucemia, quanto de outras doenças que afetam as células do sangue, como a anemia falciforme, e síndromes de imunoeficiência congênitas. O procedimento que consiste na substituição de uma medula óssea doente ou deficitária, por células normais, faz com que os enfermos necessitem de cuidados especiais, visto estarem mais vulneráveis e debilitados.

Para melhorar o tratamento dos pacientes, em abril de 2018, o CHN inaugurou a Unidade de Transplantes das unidades IV e V, implantando inovações, como um processo de deionização de água, que realiza o trabalho de purificação para minimizar o risco de contaminação, um sistema de reconhecimento de voz do paciente, e monitoração central dos leitos por câmeras vigiadas 24 horas pela equipe de enfermagem.

A obra que permite um moderno monitoramento online de controle de temperatura, pressão e umidade do ar da área de TMO, ficou sob responsabilidade da Microblau. Por uma IHM, Interface homem-máquina instalada no lado de fora dos leitos de isolamento, profissionais da saúde e técnicos, podem ver se o sistema está funcionando corretamente e o ajustar caso necessário, contribuindo para uma maior segurança da vida dos pacientes.

Segundo a infectologista do Programa de Transplantes da instituição, Márcia Garnica, pelo Portal Segs, a expectativa de 2018, é que continue a aumentar o número de pessoas com indicação de realização de transplante de medula principalmente, pela possibilidade de pacientes que não dispunham de doadores disponíveis, terem acesso a um doador alternativo. “Hoje o CHN dispõe de equipamento e mão de obra especializada para realizar esses procedimentos”.

O Complexo Hospitalar de Niterói foi o primeiro hospital transplantador da região Norte-Leste Fluminense, e é credenciado pelo SNT, Sistema Nacional de Transplante, do Ministério da Saúde para além de medula óssea alogênico, alogênico não aparentado, haploidêntico e autólogo, realizar o transplante musculoesquelético e o renal.

Foto: Site CHN 

Fonte: Site CHN, Portal Segs, Site Associação Brasileira de Transplante de Órgãos e Site REDOME 



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